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Nota de Repúdio A Direção da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília
NOTA DE REPÚDIO A Direção da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília manifesta seu mais veemente repúdio ao episódio de racismo sofrido por uma estudante do 6º período do Curso de Pedagogia durante a realização de seu estágio. Recebemos essa notícia com profunda indignação. O racismo é uma violação da dignidade humana, um crime previsto na legislação brasileira e uma expressão das desigualdades estruturais que ainda atravessam nossa sociedade. Nenhuma estudante deve ser submetida à violência, à discriminação ou à negação de sua humanidade em qualquer espaço formativo, especialmente em um ambiente que deveria se constituir como lugar de aprendizagem, acolhimento e respeito. Este episódio torna-se ainda mais emblemático por ocorrer justamente no período em que a Universidade de Brasília e diversas instituições do país mundo se mobilizam em torno do Congresso Internacional de Pesquisadores(as) Negros(as) (COPENE), espaço que reafirma o compromisso da comunidade acadêmica com a produção de conhecimentos comprometidos com a equidade racial, a valorização das epistemologias negras e o enfrentamento de todas as formas de racismo. É inadmissível que, enquanto ampliamos os debates e as ações em defesa da justiça racial, nossas estudantes ainda sejam vítimas de práticas racistas em seus espaços de formação. A Faculdade de Educação reafirma seu compromisso histórico com uma educação antirracista, democrática, inclusiva e socialmente referenciada. Nossa formação docente fundamenta-se no respeito à diversidade, na defesa intransigente dos direitos humanos e na promoção da equidade racial como princípio ético, político e pedagógico. Manifestamos nossa total solidariedade à estudante, colocando-nos ao seu lado neste momento. Ela conta com o apoio pessoal e institucional da Direção da Faculdade de Educação, que acompanhará o caso e adotará, no âmbito de suas competências, todas as medidas cabíveis para assegurar seus direitos e contribuir para que situações como essa não sejam naturalizadas nem permaneçam impunes. Não nos calaremos diante do racismo. Toda forma de discriminação exige denúncia, responsabilização e compromisso coletivo com sua superação. Como instituição pública formadora de educadoras e educadores, reafirmamos que não há espaço para o racismo na Universidade, na escola ou em qualquer ambiente de formação. Direção da Faculdade de Educação Universidade de Brasília – UnB
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XIV Congresso Nacional de Pesquisadores(as) Negros(as) (COPENE)
Entre os dias 28 e 31 de julho de 2026, a Universidade de Brasília (UnB) será o palco do XIV Congresso Nacional de Pesquisadores(as) Negros(as) (COPENE). O evento, que é um dos principais fóruns de debate sobre relações étnico-raciais no Brasil, terá como tema central: “Consciência Negra: contribuição do pensamento afrodiaspórico para a democracia brasileira”. Organizado pela Associação Brasileira de Pesquisadores(as) Negros(as) (ABPN) e pelo Consórcio Nacional de Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros (Conneabs), o congresso está sob a coordenação do professor Adilson Santos, presidente da ABPN, da Profa. Dra. Renisia Cristina Garcia Filice e da Profa. Dra. Norma Diana Hamilton. O XIV COPENE carrega um simbolismo especial ao celebrar os 55 anos da primeira evocação do Dia da Consciência Negra, realizada em 1971 pelo Grupo Palmares em Porto Alegre. Além disso, o congresso reverenciará a Lei nº 14.759/2023, que consolidou o 20 de novembro como feriado nacional em todo o território brasileiro, em celebração ao Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra. O foco das discussões serão os estudos étnico-raciais, conectados com temas como educação, gênero, classe e políticas públicas. O evento contará com uma estrutura robusta de atividades, incluindo apresentações de trabalho em sessões temáticas, oficinas, minicursos, mesas redondas, painéis temáticos e apresentação de pôsteres. O Congresso também contará com uma Feira de Microempreendedores Negros. Um dos destaques do Copene será a divulgação da Rede Internacional de Pesquisadores/as Antirracistas que nasce da liderança do GEPPHERG- Grupo de Estudos e Pesquisas em Políticas Públicas, História, Educação das Relações Raciais e de Gênero sediado na Faculdade de Educação da Universidade de Brasília, desde 2016 liderado pela professora Renísia Cristina Garcia Filice, e segue composta por intelectuais, ativistas, movimentos sociais, em particular, de países de língua oficial portuguesa como Brasil, do continente africano Guiné-Bissau, Cabo Verde, Moçambique, Angola; e Portugal. A Rede nasce de uma experiência internacional, e se desdobra em inúmeras possibilidades desde produção historiográfica contra colonialista em diálogo com povos tradicionais e povos originários até a promoção de políticas de ações afirmativas, contribuindo para o fortalecimento do Sinapir- Sistema Nacional de Promoção de Políticas de Igualdade Racial, do governo federal. Neste movimento transnacional, a Rede Internacional Antirracista se conecta a plataforma de divulgação científica, composta por pesquisadoras(es), ativistas, docentes, técnicas(os) e estudantes, com foco em estudos e políticas antirracistas, sediada no Instituto de Sociologia da UnB, coordenadas pelo professor Joaze Bernardino( SOL) e pela professora Renísia Garcia Filice (FE), com participação do professor Evandro Piza( FD). No seu desdobramento nacional como Rede Antirracista, ela foi oficialmente lançada em 2025, no I Seminário de Redes Antirracistas, realizado na UnB em outubro, juntamente com Ministério da Igualdade Racial (MIR), no qual foram apresentados projetos e pesquisas realizadas com o apoio do TED - Termo de Descentralização de recursos MIR- UnB que gerou o Projeto Redes Antirracistas de Pesquisa, Ensino e Extensão (REDES MIR-UnB). Conectados Conneabs- Consórcio Nacional de Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas, em um de seus eixos, os projetos foram submetidos por NEABs, NEABIs e grupos correlatos e Núcleos de Práticas Jurídicas de todo o Brasil. Potente, o REDES Antirracistas congrega o Tecendo Redes Antirracistas, a ABPN e desemboca no XIV COPENE colocando a UnB em destaque nacional no fortalecimento do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir) de forma inquestionável e preponderante. Venham para o Copene em que teremos, concomitante, a comemoração dos 10 anos e o III Seminário Internacional do Tecendo Redes Antirracistas com a presença de pesquisadores/as de grande destaque como Miguel de Barros, Guiné-Bissau, Redy Wilson Lima, Cabo Verde, Cristina Roldão, Portugal, Carla Akotirene, Nilma Lino Gomes, Petronilha Gonçalves, Kabengele Munanga, Felipe Tuxá, e várias outras personalidades negras internacionais e nacionais, além da apresentação dos projetos de grande impacto nacional integrantes dos Eixos 1 ( Oppir), 2 ( Pro- Neabs) e 3 ( Pro-NPJ) durante o II Seminário Nacional do Redes Antirracistas. Esses dois potentes eventos desencadeados por pesquisadores/as da UnB, estarão concentradas nos anfiteatros do ICC Norte ( ala norte), a partir do AnF10 - Compareçam! Além disso, o COPENE também sediará o Segundo Encontro Nacional Quilombola, no espaço da Faculdade de Direito ( FD). O congresso espera reunir cerca de 3.800 pessoas dentre docentes, pesquisadores/as, estudantes, técnicos, profissionais da educação, movimentos sociais e estrangeiros/as comprometidos com a produção científica e antirracista para o fortalecimento da consciência racial e da DEMOCRACIA . Mais informações sobre o COPENE podem ser encontradas no site oficial: https://www.copene2026.abpn.org.br/ Programação I: (Aqui) Programação II: (Aqui)
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Homologação das solicitações da Chamada Interna MTC Nº 01/2026 de Auxílio Financeiro a Pesquisador
HOMOLOGAÇÃO DAS SOLICITAÇÕES Chamada Interna MTC Nº 01/2026 de Auxílio Financeiro a Pesquisador A Comissão de análise de Recursos Financeiros do Departamento de Métodos e Técnicas da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília, no uso de suas atribuições normativas, torna pública a homologação das solicitações da Chamada Interna 01/2026 para o recebimento do recurso financeiro para o auxílio a pesquisador, conforme critérios da presente chamada.A divulgação está com os números de matrícula dos docentes e na ordem de inclusão no Bloco Interno 330.224 para melhor consulta dos interessados conforme documento abaixo: Homologação das solicitações da Chamada Interna MTC Nº 01/2026 (Clique aqui) Homologação das solicitações da Chamada Interna MTC Nº 01/2026, após o período de recursos (Clique aqui)
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Parabéns! À professora Sinara Pollom Zardo e ao professor Francisco Thiago Silva
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Lançamento da exposição virtual “Sob o Céu: Abelhas do Nosso Cerrado”
Você gosta de um cafezinho? Então, já foi beneficiado pelo trabalho silencioso das abelhas. Embora muitas pessoas associem as abelhas principalmente à abelha africanizada (*Apis mellifera*), o Brasil abriga mais de 2.500 espécies de abelhas, incluindo uma grande diversidade de abelhas nativas sem ferrão. No Cerrado, são mais de 400 espécies conhecidas, fundamentais para a polinização de plantas nativas e culturas agrícolas de importância econômica, como o café.Essas abelhas contribuem para a reprodução de espécies emblemáticas do Cerrado, como jatobás, ipês, barrigudas, aroeiras, pequizeiros e sucupiras. Além de sua importância ecológica, os méis produzidos por abelhas sem ferrão são considerados verdadeiras joias gastronômicas, valorizados por seus sabores, aromas e características únicas.Para celebrar e divulgar essa riqueza, será realizado o lançamento da exposição virtual “Sob o Céu: Abelhas do Nosso Cerrado”: Dia 8 de julho (quarta-feira) Horário: 10h Local: YouTube do Museu do Cerrado: https://www.youtube.com/watch?v=BNEwfGgKsZkA exposição conta com a participação de:Profa. Tatiana Fiuza – Instituto de Ciências Biológicas, UFGProf. José Realino – Faculdade de Farmácia, UFGProf. Pedro Brito – Instituto de Ciências Biológicas, UFGProfa. Rosângela Corrêa – Faculdade de Educação, UnB A exposição está disponível no Museu do Cerrado: https://artsandculture.google.com/story/3gVRL2aEv2XbQg
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Eleições Faculdade de Educação - Gestão 2026/2030
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Prêmio Capes Anisio Teixeira 2026
Atividade internacional coordenada pelo Profº Daniel Goulart com uma rede nacional de pesquisa à qual está vinculado, que se articulou à atividade final de pós-doutorado do referido professor na UNLa. Tudo vinculado ao memorando de entendimento entre UnB e UNLa que foi também fruto desse processo.